Delírios de Ophélia

Os fantasmas que nos habitam

Cada lágrima que escorre do teu rosto

É um pedaço de mim que se desfaz

A tua dor me atinge abruptamente

Com uma violência

Quase fatal

O teu desejo ao abandono

A morte que lhe assombra

Assombra-me

O medo que a paralisa

Amedronta-me

Já não tenho medo

Da vida ou da morte

Não me assombra

O abandono

O desamor

O amor…

O medo real

O assombro da minha noite

O fantasma do meu dia

É não mais tê-la

É perder-te

Para os teus fantasmas

Para esses que de tempos em tempos

Dominam a tua mente

E te tiram de ti.

 

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Um comentário em “Os fantasmas que nos habitam

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