Delírios de Ophélia

Da agonia surgem palavras

Às vezes é necessário se dar um tempo

E analisar se insistimos ou desistimos

E como sopesar o duelo entre razão e coração?

 

Se meus olhos são viciados em você

Minha boca só faz te querer

Meu coração só sabe amar você

Me despedaço

Me despeço todos os dias como se fosse o último

E digo para mim mesma, “foi a última vez”

“Não vou mais vê-la”

Balela!

 

Ando querendo me reencontrar

Até descobrir o exato instante que te perdi

Só para tê-la novamente

E fazer tudo diferente

E nunca mais deixá-la partir

 

Não tenho nada a oferecer

A não ser o meu amor

Mas ele não é o suficiente para você

Pois num simples gesto de carinho

Num simples agrado

Te desagrado

Morreu a flor

Que brotou do amor

Que não é nada para você

Mas é tudo o que tenho a oferecer

 

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