Delírios de Ophélia

8º andar

É óbvio que eu te amo

E quero você só pra mim

Mas nunca te cobrei nada

E nem tenho esse direito

O que sinto é problema meu

Só meu!

Desde o começo eu sabia que não era recíproco

E tenho consciência que nunca será

Podia dizer que vou continuar tentando

Até a força acabar.

É preciso persistir, não desistir…

A força acabou

O descaso feriu, machucou

O amor próprio gritou

Não quero mais te perturbar

Não quero mais ser um incômodo pra você

Não quero mais atrapalhar a tua vida

E em meu último ato de coragem

Peguei toda a esperança que restava

E atirei  pela janela do oitavo andar

 

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3 comentários em “8º andar

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